A espinha dorsal da coquetelaria. O resto é bracinho cansado e foto torta no Instagram.
Quer sair do “coloca tudo no copo e reza” para o “uau, isso ficou profissional”? Comece por aqui. Este guia pilar reúne o essencial — shaker, jigger, taças e gelo — com explicações diretas, boas práticas e links para os seus próprios conteúdos (para você estudar e já aplicar no copo).
Quando agitar: sempre que houver suco, clara de ovo, laticínios, xaropes densos ou bebidas carbonatadas que serão finalizadas no copo. Agitar resfria rápido, dilui na medida e incorpora ar, criando textura e brilho.
Boas práticas que salvam seu drink:
Para treinar no mundo real: faça um Espresso Martini (agitado) com a nossa receita aqui e compare com um Manhattan (mexido). A diferença visual (espuma x brilho) e de boca (aeração x sedosidade) vai saltar.
A diferença entre “bom” e “meu Deus do céu” costuma caber em 5–10 ml. Consistência vem de medida precisa — principalmente ao balancear álcool, acidez e açúcar.
Truques de bar que funcionam em casa:
Taça é sensorial (nariz), térmica (perde frio/derrete gelo) e estética (a foto que vai te dar like). Resumo prático com exemplos do seu acervo:
Quer o mapa completo com formatos e usos? Passe em Tipos de taças na coquetelaria.
O gelo controla temperatura, diluição e textura. Quanto maior a superfície, mais rápida a diluição. Cubos maiores derretem mais devagar; gelo “molhado” (meio derretido) arruina equilíbrio.
Teste caseiro que abre a mente: sirva um Negroni sobre um cubão e outro com gelo miúdo. O primeiro fica firme e aromático por mais tempo; o segundo aguinha o drink em minutos.
Regra prática para não errar:
Experimente no mesmo dia: mexendo um Manhattan (com mexida correta) e agitando um Daiquiri (com shaker bem usado). Sinta a diferença na boca.
Técnica essencial
Ferramental esperto
Gelo manda no jogo
Clássicos para treinar equilíbrio
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