Coquetéis refrescantes com ervas brasileiras – sabor, cor e frescor direto da horta para o copo.
Imagine abrir a geladeira, não achar nada além de gelo e uma horta da vó na janela. Pronto: você já tem um bar clandestino herbal em casa. Porque sim, a coquetelaria brasileira é uma horta disfarçada de boteco — e quem não percebeu ainda tá perdendo o tempero.
Ervas não são só tempero de feijoada. Na coquetelaria, elas viram protagonistas: adicionam frescor, camadas aromáticas e até aquele toque “uau, o que tem nesse drink?”. De caipirinha com hortelã a negronis turbinados com manjericão roxo, é hora de explorar esse arsenal verde.
E detalhe: você não precisa virar botânico do IBGE pra usar bem. Só precisa respeitar a regra número um: erva fresca > pacote de tempero seco esquecido desde 2012.
Versátil, adorado no mundo todo, mas sempre envolvido em polêmica (“pode pôr no mojito brasileiro ou não?”). Hortelã é frescor puro, ideal em mojitos, juleps e até caipirinhas fora da regra.
👉 Já viu o Mint Julep que contamos por aqui? Pura refrescância em copo.
Mais aromático, mais fotogênico e com cara de drink do Instagram. Vai bem em gin tônica, spritz e até em riffs de Negroni. Além de dar sabor, entrega aquela estética de “sou mixologista e uso palavras como botânica no primeiro encontro”.
Quer relaxar a galera sem recorrer ao maracujá? Coloque umas folhas de erva-cidreira no shaker com rum branco e limão. O resultado é quase uma meditação guiada em forma de coquetel.
No dia a dia ele é o vingador do fígado. No copo, pode ser ousadia pura. Macerado com cachaça e xarope cítrico, vira um drink herbal intenso, daqueles que você ama ou odeia. Zero meio-termo, tipo discussão de grupo de família no WhatsApp.
Queima fácil, chama atenção e nunca passa despercebido. O alecrim é ótimo pra defumar drinks e dar aquele aroma de churrasco chic. Experimente flambado num gin sour e agradeça depois.
👉 Se quiser entender mais sobre técnicas, olha esse guia prático sobre macerar e infusionar.
E sim, dá pra improvisar mais ainda. O importante é testar sem medo de virar cobaia da própria alquimia.
Se você já ficou com vontade de abrir a horta da vó, aqui vão algumas leituras que casam perfeitamente com o tema:
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