A arte da coquetelaria elevada com rums premium.
Se você ainda acha que rum é só “bebida de pirata” ou “mistura pro mojito de praia”, já aviso: está perdendo um universo inteiro de sabores, tradições e histórias. O rum é um dos destilados mais versáteis do mundo — vai da leveza herbal do rum agrícola até a sofisticação de um rum envelhecido digno de degustação lenta.
O rum nasce da cana-de-açúcar. Dependendo da região, pode ser feito de melaço (mais comum) ou do caldo fresco da cana, no caso do rum agrícula. Essa diferença já muda completamente o perfil aromático: um vai puxar para notas doces e carameladas, o outro para frescor vegetal e terroir.
Quer ver como outros destilados também se transformam no copo? Confira nosso guia do vermute e compare a versatilidade.
O calor tropical acelera a maturação: três anos de barril no Caribe podem equivaler a dez de whisky escocês. É por isso que o rum envelhecido entrega tanto sabor em menos tempo. Dependendo do tempo e do barril, você vai encontrar camadas de:
Curte envelhecimento? Veja também nossa análise sobre as reações químicas na maturação de uísques.
👉 Quer se aventurar em outros clássicos tropicais? Leia também sobre o Dark and Stormy e o Cuba Libre.
O Brasil domina a cana — mas ainda engatinha no mercado de rum. Algumas destilarias artesanais já investem em rums envelhecidos nacionais e projetos inspirados no rhum agricole, criando diálogos interessantes com a cachaça.
Quer comparar? Veja nosso guia da caipirinha e entenda a força do destilado brasileiro no copo.
Não adianta ter o melhor rum se a execução não acompanha.
Confira também:
O rum é um verdadeiro camaleão da coquetelaria: pode ser leve, tropical, intenso, sofisticado ou herbal. Cada estilo tem seu lugar no bar — e no coração de quem bebe.
👉 E aí, qual é o seu estilo favorito: a leveza do branco, a força do escuro, a sofisticação do envelhecido ou o frescor herbal do agrícola?
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